Foi com união, negociação e mobilização que conquistamos avanços importantes para toda a categoria. Agora, reunimos experiência e renovação, capital e interior e diferentes gerações para proteger direitos, corrigir o que precisa melhorar e conquistar ainda mais.
Nós, servidoras e servidores do Poder Judiciário do Rio Grande do Norte — ativos e aposentados, de todos os cargos, gerações e comarcas — assinamos este manifesto por uma eleição que una a categoria em vez de dividi-la.
Vivemos o período de maiores conquistas dos últimos tempos: a Revisão Geral Anual pelo IPCA já em abril, com revisão garantida também para os auxílios Alimentação e Saúde — uma conquista histórica, que muito poucas categorias no país alcançaram, e no Auxílio-Saúde vamos lutar para que ninguém devolva nenhum centavo —, o trabalho híbrido e o teletrabalho para os novos servidores, a solução dos débitos do plano de saúde e o direito de converter dez dias de férias em dinheiro. Nenhuma dessas conquistas nasceu de uma pessoa sozinha. Nasceram de união, negociação e mobilização.
O que conquistamos exige um Sindicato forte e uma categoria unida — para proteger o que já é nosso e para conquistar ainda mais: nenhum centavo do Auxílio-Saúde devolvido, a titulação valorizada, um novo PCCR e condições dignas de trabalho e qualidade de vida.
Por isso afirmamos: projetos pessoais de disputa de poder não podem transformar o Sindicato em um campo de guerra. Ataques grosseiros, acusações infundadas e insinuações feitas para destruir a imagem de colegas não constroem nada. Só enfraquecem a categoria diante de quem decide sobre os nossos direitos.
Divergir é democrático. Fiscalizar é legítimo. Criticar é necessário. Nem toda decisão tomada foi, necessariamente, a melhor possível — e é justo alguém dizer, por exemplo, que teria sido melhor comprar carros em vez de alugar. Esse debate é legítimo. Feito com as informações certas e nos espaços adequados, ele ajuda o Sindicato a tomar decisões melhores.
Irregularidade é coisa séria. Quem realmente souber de uma, que tome as medidas legais: leve ao Conselho Fiscal, à Comissão Eleitoral, ao Ministério Público ou à Justiça. É assim que se apura. É assim que se protege o Sindicato.
O que não é aceitável é a insinuação sem prova. Apresentar notas de despesa de quase um ano e dizer que o gasto foi de um único mês, só porque a cobrança veio de uma vez, não é fiscalização. É tentativa de abalar moralmente um colega que está lutando por melhores salários e condições de trabalho. É atacar a honra de pessoas que abriram mão de finais de semana para viajar por todo o estado e a Brasília em defesa dos nossos direitos. Isso tem nome, pode configurar crime contra a honra e deve ser tratado nos meios legais.
E os resultados dessa luta estão aí, com lei, resolução e portaria publicadas — entre os melhores de todos os sindicatos do país. É só comparar.
Destruir reputações, histórias e convívios em nome de interesses ou projetos pessoais, não.
Precisamos estar juntos: quem tem experiência para negociar, mobilizar e lutar, e quem chega para arejar com novas ideias. Foi assim que tivemos as maiores conquistas dos últimos tempos. É assim que vamos fazer as mudanças necessárias — sem apagar o que foi construído e sem ferir quem construiu.
Nosso projeto é coletivo. As eleições passam. A categoria continua.
Adesão aberta a toda a categoria — sindicalizados ou não, de qualquer cargo, ativos e aposentados.
Sua adesão foi registrada. Compartilhe o manifesto com colegas da sua unidade.
CompartilharResultados com documento, data e número — não promessas.
Muito poucas categorias no país conquistaram isso. A reposição da inflação deixa de ser uma luta anual desgastante e passa a ser garantia. E, no Auxílio-Saúde, vamos lutar para que ninguém devolva nenhum centavo.
Lutar em todas as instâncias para impedir que qualquer servidor seja obrigado a devolver valores do Auxílio-Saúde.
Conquistar o reconhecimento da formação e da qualificação profissional dos servidores, com atenção especial aos Técnicos Judiciários.
Construir, com a participação da categoria — ativos e aposentados —, um plano que valorize todos os cargos, eleve especialmente os níveis iniciais, reduza distâncias injustas na carreira, reconheça o tempo de serviço, garanta que os avanços alcancem também os aposentados e abra caminho para ganhos reais. A minuta de criação da comissão está concluída e na mesa da Presidência do TJRN, aguardando formalização.
Enfrentar a sobrecarga, o adoecimento físico e mental, a pressão excessiva por metas, o assédio e os plantões intermináveis. Defender o direito à desconexão e condições adequadas no trabalho presencial, híbrido e remoto, com equipamentos, internet e softwares custeados pelo TJRN.
Escuta específica, participação efetiva e ações de prevenção e enfrentamento ao assédio, à discriminação, à sobrecarga e às desigualdades nas condições de trabalho.
Participação nas decisões, defesa de direitos, presença na construção do novo PCCR, continuidade dos encontros e valorização de sua experiência e história de luta. Lutar para que as conquistas da categoria também alcancem os aposentados sempre que aplicáveis.
Acolhimento, valorização da titulação, melhoria dos níveis iniciais da carreira, aperfeiçoamento do trabalho híbrido e remoto e participação real na vida do Sindicato.
Serviços, informações, atendimento e participação na palma da mão, com acesso a qualquer hora e de qualquer lugar, além de reuniões e atividades híbridas para aproximar capital e interior.
Pesquisa contínua sobre sobrecarga, adoecimento, metas, assédio e condições de trabalho, com recortes por cargo, região, modalidade de trabalho e gênero.
Acompanhamento permanente das reivindicações, reuniões, respostas do Tribunal, obstáculos e próximos passos.
Presença, comunicação, escuta e mobilização organizadas na capital e em todas as regiões do interior.
Já conquistamos a apresentação e a aprovação do orçamento por pastas, com planos de trabalho. Agora, a categoria também participará da definição das prioridades, do acompanhamento da execução e da fiscalização dos recursos. Prestar contas é obrigação. Decidir juntos é o nosso projeto.
Nossa chapa combina a experiência de quem já demonstrou capacidade para formular, negociar e mobilizar com a renovação de novos servidores que assumem responsabilidades reais na direção. Experiência sindical e inovação tecnológica. Juntas, pra conquistar ainda mais.
Nossa chapa tem representação em Natal, Ipanguaçu, Pau dos Ferros, Canguaretama, Apodi, Mossoró, São Miguel, Ceará-Mirim, Monte Alegre, Parnamirim e Macau. São diferentes cargos, gerações, experiências e territórios somando forças em um projeto coletivo. Porque nenhuma conquista nasce de uma pessoa sozinha.
Votação presencial. Urnas nos locais de trabalho — leve um colega.